segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O que realmente é real?


Somos seres que vivemos por autosugestões, imposições que as pessoas nos passa do quer é real, será o que eu realmente penso de alguma coisa é o que você pensa também ser? E ainda mais será que mesmo que nossas idéias sejam a mesmas ela são verdadeiras? Quando sonhamos não estamos vendo nada verdadeiro mais imaginamos ser e as vezes com tanta intensidade que seria indiscutível. Eu digo que não é o que você vê mais é o que o seu cérebro processa e que dá sentido a tudo. E uma pergunta fica mais subtendida, será que o cérebro poderia nós enganar do que real e do que não é?
Acredito que para conseguirmos processar o que realmente pode ser o real temos que ver o mundo de uma maneira nova, individual não de autosugestões, temos que decidir não ser meros espectadores e deixar o nosso mundinho para tentar interagir de forma mais ativa ao nosso meio, as percepções de tudo devem ser suas, devemos buscar algo a mais algo que dê significado a nossa existência.

sábado, 3 de outubro de 2009

“Se você vive cada dia como se fosse o último, algum dia você vai estar certo.”


Surpriendentimente certo essa frase nos diz algo que as vezes não queremos pensar que é a morte.
Avaliamos a vida de vários pontos de vista mais o certo é que é nada é certo tudo é muito indefinido, tudo muda num piscar de olhos. Vivemos sendo influenciados de ações e refletimos reações que desencadeiam novas e novas ações e reações. A constancia das mudanças é infinitas.
Uma pequena variação nas condições em determinado ponto de um sistema dinâmico pode ter consequências de proporções inimagináveis.(Teoria do Caos)

Então me pergunto se a vida é feita de constante e infinitas mudanças para que nos prendemos a apenas um conceito, a apenas um trabalho, a uma vida cotidiana? Porque não explorar o máximo da infinita beleza das mudanças e aprender a dizer a nós mesmos que não podemos ser meros fantoches guiados por tudo menos por nós mesmo?