segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Qual é o meu propósito na vida?






Imagine um martelo. Ele foi desenhado para bater pregos. Foi para isso que ele foi criado. Agora imagine que o martelo nunca é usado, fica lá jogado na caixa de ferramentas. O martelo não se importa.

Agora, imagine o mesmo martelo com uma alma, com consciência própria. Dias e dias passam e ele continua na caixa de ferramentas. Ele se sente meio estranho, mas não sabe exatamente o porquê. Alguma coisa está faltando, mas ele não sabe o que é.

Então um dia alguém o retira de dentro da caixa de ferramentas e o usa para quebrar alguns galhos para pôr na lareira. O martelo fica cheio de alegria. Ser segurado, utilizado com eficácia, batendo nos galhos–ele ama aquilo. No final do dia, entretanto, ele ainda se sente insatisfeito. Bater nos galhos foi divertido, mas não era o bastante. Algo ainda estava faltando.

Nos dias seguintes, ele foi usado freqüentemente. Desamassou uma calota, despedaçou algumas pedras, colocou o pé de uma mesa no lugar. Ainda assim, continua insatisfeito. Ele anseia por mais ação. Ele quer ser usado o máximo que puder para bater nas coisas ao seu redor, para quebrar, despedaçar e amassar coisas. Ele descobre que não experimentou o bastante desses eventos para se sentir completo. Fazer mais dessas mesmas coisas, ele acredita, é a solução para sua insatisfação.

Então um dia alguém usa o martelo num prego. De repente, uma luz invade a alma do martelo. Ele agora entende para que foi verdadeiramente projetado. Foi feito para bater pregos; que não tinha nem comparação com as outras coisas que ele bateu. Agora ele sabia o que sua alma de martelo estava buscando por tanto tempo.

Fomos criados à imagem de Deus, para ter um relacionamento com Ele. Estar envolvido nesse relacionamento é a única coisa que irá satisfazer as nossas almas. Até conhecermos a Deus, tivemos experiências maravilhosas, mas não tínhamos acertado o prego. Fomos usados para propósitos muito nobres, mas não para o qual fomos especialmente projetados, não para o qual iria nos trazer plena satisfação. Agostinho resumiu da seguinte maneira: “Tu [Deus] nos fizeste para Ti mesmo e nossos corações não encontrarão descanso até que estejam descansados em Ti.”

Um relacionamento com Deus é a única coisa que irá saciar o desejo de nossas almas. Jesus Cristo disse: “Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim nunca terá fome; aquele que crê em mim nunca terá sede” (João 6:35). Até conhecermos a Deus, estamos famintos e sedentos de vida. Tentamos “comer” e “beber” todos os tipos de coisas, mas a insaciedade permanece.

Somos como o martelo. Não percebemos o que irá acabar com aquele vazio, a insatisfação, nas nossas vidas. Até mesmo no meio de um campo de concentração nazista, Corri Tem Boom entendeu que Deus dava satisfação completa: “A fundação da nossa felicidade era que sabíamos que estávamos guardados com Cristo em Deus. Podíamos ter fé no amor de Deus…nossa Rocha que é mais forte do que a mais profunda escuridão.”

Geralmente quando deixamos Deus de fora, tentamos encontrar satisfação em algo que não é Deus, mas nunca podemos ter o bastante desse algo. Continuamos “comendo” ou “bebendo” mais e mais, equivocadamente pensando que “mais” é a resposta do problema, ainda assim nunca estamos plenamente satisfeitos.

O nosso grande desejo é conhecer a Deus, ter um relacionamento com Ele. Por quê? Porque isso nos mostra para que propósito fomos criados. Você já acertou um prego?

" Escuta tua consciência antes de agir, porque a consciência é Deus presente no homem. "
Victor Hugo

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O que realmente é real?


Somos seres que vivemos por autosugestões, imposições que as pessoas nos passa do quer é real, será o que eu realmente penso de alguma coisa é o que você pensa também ser? E ainda mais será que mesmo que nossas idéias sejam a mesmas ela são verdadeiras? Quando sonhamos não estamos vendo nada verdadeiro mais imaginamos ser e as vezes com tanta intensidade que seria indiscutível. Eu digo que não é o que você vê mais é o que o seu cérebro processa e que dá sentido a tudo. E uma pergunta fica mais subtendida, será que o cérebro poderia nós enganar do que real e do que não é?
Acredito que para conseguirmos processar o que realmente pode ser o real temos que ver o mundo de uma maneira nova, individual não de autosugestões, temos que decidir não ser meros espectadores e deixar o nosso mundinho para tentar interagir de forma mais ativa ao nosso meio, as percepções de tudo devem ser suas, devemos buscar algo a mais algo que dê significado a nossa existência.

sábado, 3 de outubro de 2009

“Se você vive cada dia como se fosse o último, algum dia você vai estar certo.”


Surpriendentimente certo essa frase nos diz algo que as vezes não queremos pensar que é a morte.
Avaliamos a vida de vários pontos de vista mais o certo é que é nada é certo tudo é muito indefinido, tudo muda num piscar de olhos. Vivemos sendo influenciados de ações e refletimos reações que desencadeiam novas e novas ações e reações. A constancia das mudanças é infinitas.
Uma pequena variação nas condições em determinado ponto de um sistema dinâmico pode ter consequências de proporções inimagináveis.(Teoria do Caos)

Então me pergunto se a vida é feita de constante e infinitas mudanças para que nos prendemos a apenas um conceito, a apenas um trabalho, a uma vida cotidiana? Porque não explorar o máximo da infinita beleza das mudanças e aprender a dizer a nós mesmos que não podemos ser meros fantoches guiados por tudo menos por nós mesmo?